De acordo com o Capítulo 7, do livro Manual de Perícias, a redação do laudo é o momento em que o perito "vende" sua competência técnica. Um laudo de excelência deve ser claro, objetivo e, acima de tudo, didático. O perito deve evitar o uso excessivo de termos técnicos rebuscados que possam confundir o juiz ou os advogados; a clareza é o que permite que o magistrado utilize o laudo como base segura para sua sentença.
A estrutura deve seguir uma lógica rigorosa: começar com o histórico do caso, descrever detalhadamente os exames e diligências realizados, apresentar a análise técnica fundamentada e, por fim, responder de forma precisa aos quesitos formulados pelas partes e pelo juízo. Um laudo bem formatado, com fotos, gráficos ou tabelas quando necessário, demonstra o zelo profissional mencionado no início do livro e evita pedidos de esclarecimentos desnecessários.
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