Como deve ser a postura e a ética do perito no início dos trabalhos em campo está no Capítulo 16, Procedimentos e Ética, do livro de referência no país Manual de Perícias
A postura do perito durante a diligência é seu principal "cartão de visitas". De acordo com as diretrizes do Capítulo 16, o profissional deve empregar todo o interesse, cuidado e zelo na execução de suas tarefas. Isso começa pela pontualidade e pela forma de tratar todos os presentes (advogados, assistentes técnicos e partes). O perito deve atuar com consciência moral e caráter íntegro, prestando informações estritamente verídicas ao juízo.
No local da diligência, o perito deve manter a autoridade técnica sem ser autoritário. Ele é o condutor dos trabalhos. É importante permitir que os assistentes técnicos acompanhem os exames e façam observações, mas o perito não deve permitir que o ambiente se transforme em um debate jurídico ou em uma discussão emocional entre as partes. O foco deve ser a coleta de evidências: fotos, medições, entrevistas com funcionários e análise de documentos no local. O comportamento ético exige que o perito não emita opiniões antecipadas sobre o resultado da perícia durante a diligência. O veredito técnico deve ser reservado exclusivamente para o laudo pericial, após a análise cuidadosa de todos os dados colhidos.
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