Muitos profissionais de nível superior acreditam que para ser perito judicial é necessário prestar concurso público ou ter anos de experiência específica em tribunais. No entanto, o livro de referência no país Manual de Perícias esclarece que o perito é um profissional de confiança do juiz, nomeado para suprir a falta de conhecimento técnico do magistrado em áreas específicas. O primeiro passo fundamental não é uma prova, mas sim o cadastro nos tribunais (Estaduais, Federais ou do Trabalho).
Para ter sucesso logo de início, o profissional deve dominar o livro Manual de Perícias , que detalha desde a apresentação do currículo — que deve ser direcionado e específico para as varas onde se deseja atuar — até a entrega do laudo final. Diferente do que se imagina, não é preciso ser "amigo" do juiz, mas sim demonstrar competência técnica e, acima de tudo, conhecimento dos trâmites processuais. No início da carreira, o foco deve estar na organização da documentação e no entendimento da burocracia do tribunal escolhido. O perito iniciante deve se apresentar às secretarias das varas, deixando seu currículo e colocando-se à disposição. A jornada começa com a primeira nomeação, que serve como um teste de confiança. Ao entregar um trabalho limpo, técnico e dentro do prazo, o perito garante novas nomeações, construindo uma carreira sólida e respeitada no meio jurídico.
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