Referência: Capítulo 16 do livro Manual de Perícias, – O Laudo Pericial.
A elaboração do laudo é o momento da verdade. Um laudo mal estruturado pode ser alvo de pedidos de esclarecimentos infindáveis ou até de anulação. O livro de referência no país Manual de Perícias oferece uma estrutura lógica que sincroniza o rigor técnico com a clareza exigida pelo juiz.
O laudo deve conter: 1) Um histórico sucinto do caso; 2) A descrição detalhada do objeto da perícia; 3) A metodologia utilizada (explicando o "como" chegou àquela conclusão); 4) As respostas fundamentadas aos quesitos do juiz e das partes; 5) A conclusão técnica. Um ponto vital abordado por Rui Juliano é a importância de evitar o "juridiquês". O perito deve escrever para um leigo (o juiz). O uso de fotos, gráficos e tabelas é incentivado para tornar a leitura dinâmica. Além disso, o perito deve sempre fundamentar suas respostas em normas técnicas vigentes ou literatura científica reconhecida. Um laudo bem fundamentado "blinda" o perito contra ataques de assistentes técnicos que buscam apenas defender o interesse de seus clientes acima da verdade técnica.
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