O trabalho do perito judicial, conforme descrito nos materiais do Livro Manual de Perícias, consiste em atuar como um auxiliar da Justiça, utilizando seu conhecimento técnico para esclarecer fatos, ciência e técnica no processo.
De acordo com o conteúdo dos arquivos, as principais atribuições e características desse trabalho são:
Produção da Prova Técnica: O objetivo principal é produzir o laudo pericial, que é a narração metódica e fundamentada dos fatos observados sobre o objeto da perícia.
Deveres Legais: O perito deve empregar todo o seu cuidado, zelo, aplicação e capacidade de investigação e pesquisa na execução do trabalho.
Rotina e Burocracia: O trabalho envolve uma série de etapas práticas e burocráticas, como:
Apresentar proposta de honorários fundamentada.
Agendar e comunicar o início da perícia (diligência) às partes e aos assistentes técnicos.
Respeitar rigorosamente os prazos para a entrega do laudo e para responder a eventuais questionamentos.
Qualidade do Laudo: O trabalho final deve ser conclusivo (sem receios), conciso, bem fundamentado, explicativo para leigos e abrangente em relação ao processo e às diligências realizadas.
Postura Ética: É fundamental manter a imparcialidade, ser honrado e prestar informações estritamente verídicas.
Embora o "trabalho do perito" seja abordado de forma transversal em toda a obra, os detalhes sobre a rotina prática e os deveres estão concentrados no Capítulo 2 (sobre nomeação e deveres) e no Capítulo 16 (sobre a execução da perícia e diligências) do livro Manual de Perícias.
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